Por Misael. Arquivado em Provérbios

  1. Melhor é um bocado seco e tranqüilidade do que a casa farta de carnes e contendas.
  2. O escravo prudente dominará sobre o filho que causa vergonha e, entre os irmãos, terá parte na herança.
  3. O crisol prova a prata, e o forno, o ouro; mas aos corações prova o SENHOR.
  4. O malfazejo atenta para o lábio iníquo; o mentiroso inclina os ouvidos para a língua maligna.
  5. O que escarnece do pobre insulta ao que o criou; o que se alegra da calamidade não ficará impune.
  6. Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são os pais.
  7. Ao insensato não convém a palavra excelente; quanto menos ao príncipe, o lábio mentiroso!
  8. Pedra mágica é o suborno aos olhos de quem o dá, e para onde quer que se volte terá seu proveito.
  9. O que encobre a transgressão adquire amor, mas o que traz o assunto à baila separa os maiores amigos.
  10. Mais fundo entra a repreensão no prudente do que cem açoites no insensato.
  11. O rebelde não busca senão o mal; por isso, mensageiro cruel se enviará contra ele.
  12. Melhor é encontrar-se uma ursa roubada dos filhos do que o insensato na sua estultícia.
  13. Quanto àquele que paga o bem com o mal, não se apartará o mal da sua casa.
  14. Como o abrir-se da represa, assim é o começo da contenda; desiste, pois, antes que haja rixas.
  15. O que justifica o perverso e o que condena o justo abomináveis são para o SENHOR, tanto um como o outro.
  16. De que serviria o dinheiro na mão do insensato para comprar a sabedoria, visto que não tem entendimento?
  17. Em todo tempo ama o amigo, e na angústia se faz o irmão.
  18. O homem falto de entendimento compromete-se, ficando por fiador do seu próximo.
  19. O que ama a contenda ama o pecado; o que faz alta a sua porta facilita a própria queda.
  20. O perverso de coração jamais achará o bem; e o que tem a língua dobre vem a cair no mal.
  21. O filho estulto é tristeza para o pai, e o pai do insensato não se alegra.
  22. O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos.
  23. O perverso aceita suborno secretamente, para perverter as veredas da justiça.
  24. A sabedoria é o alvo do inteligente, mas os olhos do insensato vagam pelas extremidades da terra.
  25. O filho insensato é tristeza para o pai e amargura para quem o deu à luz.
  26. Não é bom punir ao justo; é contra todo direito ferir ao príncipe.
  27. Quem retém as palavras possui o conhecimento, e o sereno de espírito é homem de inteligência.
  28. Até o estulto, quando se cala, é tido por sábio, e o que cerra os lábios, por sábio.

Por Misael. Arquivado em Santa Edwiges

Imagem da Santa Edwiges Nasceu em uma região na Europa Central chamada Silésia, entre Alemanha Oriental e Polônia, no século XVI, ano de 1174. Filha de Bertoldo de Andech, Marquês de Meran e Conde do Tirol e de Inês, filha do Conde de Rottech, família muito numerosa e dotada de grandes riquezas e poderes. Edwiges foi criada com carinho, conforto e uma boa base religiosa.

Aos seis anos foi internada no Mosteiro de Kicing, onde recebeu uma rígida educação, aprendeu as Sagradas Escrituras e foi preparada para vida.
Ao completar doze anos, seu pai arranjou-lhe um noivo chamado Henrique, Duque da Silésia, mais tarde Duque da Polônia. Seu encantamento foi grande ao conhecer sua Noiva dotada de grande beleza interior.

Seu casamento aconteceu no ano de 1186, com a presença de nobres famílias, este acontecimento marcou a época, com longas comemorações de grande estilo. No final, Edwiges parte com seu marido, tornando-se a grande Duquesa da Silésia e da Polônia.
Em seu novo lar, ela assumiu seu papel de dona de casa, e em pouco tempo conquistou todos os que estavam sobre suas ordens através da forma carinhosa de tratá-los. Transformou seu lar num grande templo de Deus, onde era respeitada e amada por todos. Aos treze anos foi mãe pela primeira vez, trazendo felicidade e luz, com o passar do tempo sua família cresceu ainda mais, ficando com o total de seis filhos. Alguns anos passaram, e por razões de rivalidades, ocorreram grandes conflitos no seio de sua família. Infelizmente por causa destas contendas a Duquesa Edwiges derramou muitas lágrimas.

Apesar de todo sofrimento ela encontrou na sua fé em Deus, forças para consolar parentes seus mais próximos. Com o passar do tempo Edwiges desapegou-se das coisas materiais e foi morar com seus amigos nas dependências do Mosteiro.
Seu marido tinha construído o Mosteiro de Trebnitz, e após sua morte, Edwiges continuou sua obra com dedicação.

Edwiges dedicou inteiramente sua vida aos pobres, doentes e aos trabalhos monásticos. Foi a personificação da humildade, amor, solidariedade, caridade e fé! Era fiel a todas as regras monásticas, mas não fez os votos religiosos! Pois queria beneficiar, pessoalmente e melhor, seus irmãos com suas riquezas.
Ela possuía virtudes de grande nobreza celestial! E as punha em prática sempre nos momentos conturbados em que conservava sua serenidade e paciência. Sua vida foi bastante austera, com penitências e jejuns. Sua vida era uma grande oração, pois seguia os exemplos dos Santos de sua Igreja. Quando Edwiges se recolhia para orar entrava num estado de graça que a fazia levitar, e certa vez foi flagrada por um Ministro de nome Boguslau que ficou deslumbrado com o quadro angelical que vira.

Sua missão na terra, com seus irmãos carentes de pão material e espiritual, consumiu inteiramente sua vida; pois ela renunciou a tudo para seguir os ensinamentos de Deus!
Certo dia Edwiges recebeu uma nobre visita de uma senhora chamada Myleísa, e passaram muito tempo a conversar. Quando chegou a hora da despedida Edwiges queria beijá-la pela última vez, pois já previa sua ida para a eternidade.
Quando se aproximava o momento de sua enfermidade, ela avisou a todos do seu convívio, chamou seu confessor Frei Mateus para ministrar o Sacramento da Unção dos Enfermos.

Foram dias de preparação para o dia de sua partida, com dias de muitas orações. Edwiges recebeu visitas de muitos Santos, foram momentos de graça e luz para todos, e finalmente no dia 15 de Outubro de 1243 ela caminhou rumo ao Pai Celestial.
Após sua morte milhares de pessoas conseguiram muitas graças por sua intercessão, e foram feitos longos estudos de sua vida e finalmente ela foi canonizada numa Missa solene no dia 15 de Outubro de 1267. Podendo ser chamada de Santa Edwiges “Protetora dos Endividados”.

  • Sincretismo da Santa Edwiges: Não há.
  • Devoção da Santa Edwiges: Protetora dos Pobres e Endividados.
  • Data Comemorativa: 16 de Outubro.

Por Misael. Arquivado em Santa Clara

Imagem da Santa Clara Nasceu em Assis, em 1193. Nascida em família rica, aos dezenove anos resolveu fugir de casa para se consagrar a Deus, já que seus pais eram contra tal vocação.
Na noite de 18 de março de 1212, apresentou-se na pequena igrejinha de Santa Maria dos Anjos, onde Francisco e seus frades a aguardavam. Cortaram-lhe seus lindos e longos cachos e lhe deram um grosseiro hábito de lã crua para vestir. Nessa noite, Clara fez votos de pobreza, castidade e obediência.

São Francisco a levou a um mosteiro beneditino e, mais tarde, para o paupérrimo mosteiro de São Damião, onde se abrigavam monjas da Ordem Segunda franciscana. Mais tarde, sua mãe e suas irmãs, Ortolana e Beatriz seguiram o mesmo caminho. Deu-se início então às Clarissas, que têm como princípio viver o ideal franciscano de pobreza e hoje somam cerca de 19 mil religiosas, espalhadas por todo o mundo.
Certa vez, São Francisco pediu que Clara rezasse a Deus para que ele soubesse o que mais lhe agradava: dedicar-se à oração ou à pregação.

Contam os Fioretti que um dia Francisco mandou dizer à Clara que rezasse a Deus para que ele pudesse saber o que mais agradava a Deus: dedicar-se à pregação ou à oração. Depois de muita oração, o mensageiro levou a resposta a Francisco: Tanto a frei Silvestre como a irmã Clara e sua irmã, Cristo respondeu e revelou que sua vontade é que vás pelo mundo a pregar, porque ele não te escolheu para ti somente, mais ainda para a salvação dos outros!

  • Sincretismo da Santa Clara: Não há.
  • Devoção da Santa Clara: Invocada nas provações e dificuldades da vida e também para a cura dos males da vista.
  • Data Comemorativa: 11 de Agosto.

Por Misael. Arquivado em Provérbios

  1. O coração do homem pode fazer planos, mas a resposta certa dos lábios vem do SENHOR.
  2. Todos os caminhos do homem são puros aos seus olhos, mas o SENHOR pesa o espírito.
  3. Confia ao SENHOR as tuas obras, e os teus desígnios serão stabelecidos.
  4. O SENHOR fez todas as coisas para determinados fins e até o perverso, para o dia da calamidade.
  5. Abominável é ao SENHOR todo arrogante de coração; é evidente que não ficará impune.
  6. Pela misericórdia e pela verdade, se expia a culpa; e pelo temor do SENHOR os homens evitam o mal.
  7. Sendo o caminho dos homens agradável ao SENHOR, este reconcilia com eles os seus inimigos.
  8. Melhor é o pouco, havendo justiça, do que grandes rendimentos com injustiça.
  9. O coração do homem traça o seu caminho, mas o SENHOR lhe dirige os passos.
  10. Nos lábios do rei se acham decisões autorizadas; no julgar não transgrida, pois, a sua boca.
  11. Peso e balança justos pertencem ao SENHOR; obra sua são todos os pesos da bolsa.
  12. A prática da impiedade é abominável para os reis, porque com justiça se estabelece o trono.
  13. Os lábios justos são o contentamento do rei, e ele ama o que fala coisas retas.
  14. O furor do rei são uns mensageiros de morte, mas o homem sábio o apazigua.
  15. O semblante alegre do rei significa vida, e a sua benevolência é como a nuvem que traz chuva serôdia.
  16. Quanto melhor é adquirir a sabedoria do que o ouro! E mais excelente, adquirir a prudência do que a prata!
  17. O caminho dos retos é desviar-se do mal; o que guarda o seu caminho preserva a sua alma.
  18. A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda.
  19. Melhor é ser humilde de espírito com os humildes do que repartir o despojo com os soberbos.
  20. O que atenta para o ensino acha o bem, e o que confia no SENHOR, esse é feliz.
  21. O sábio de coração é chamado prudente, e a doçura no falar aumenta o saber.
  22. O entendimento, para aqueles que o possuem, é fonte de vida; mas, para o insensato, a sua estultícia lhe é castigo.
  23. O coração do sábio é mestre de sua boca e aumenta a persuasão nos seus lábios.
  24. Palavras agradáveis são como favo de mel: doces para a alma e medicina para o corpo.
  25. Há caminho que parece direito ao homem, mas afinal são caminhos de morte.
  26. A fome do trabalhador o faz trabalhar, porque a sua boca a isso o incita.
  27. O homem depravado cava o mal, e nos seus lábios há como que fogo ardente.
  28. O homem perverso espalha contendas, e o difamador separa os maiores amigos.
  29. O homem violento alicia o seu companheiro e guia-o por um caminho que não é bom.
  30. Quem fecha os olhos imagina o mal, e, quando morde os lábios, o executa.
  31. Coroa de honra são as cãs, quando se acham no caminho da justiça.
  32. Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade.
  33. A sorte se lança no regaço, mas do SENHOR procede toda decisão.

Por Misael. Arquivado em Salmos

  1. Faze-me justiça, ó Deus, e pleiteia a minha causa contra a nação contenciosa; livra-me do homem fraudulento e injusto.
  2. Pois tu és o Deus da minha fortaleza. Por que me rejeitas? Por que hei de andar eu lamentando sob a opressão dos meus inimigos?
  3. Envia a tua luz e a tua verdade, para que me guiem e me levem ao teu santo monte e aos teus tabernáculos.
  4. Então, irei ao altar de Deus, de Deus, que é a minha grande alegria; ao som da harpa eu te louvarei, ó Deus, Deus meu.
  5. Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu.

Por Misael. Arquivado em Salmos

Ao mestre de canto. Salmo didático dos filhos de Corá.

  1. Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma.
  2. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?
  3. As minhas lágrimas têm sido o meu alimento dia e noite, enquanto me dizem continuamente: O teu Deus, onde está?
  4. Lembro-me destas coisas—e dentro de mim se me derrama a alma—,de como passava eu com a multidão de povo e os guiava em procissão à Casa de Deus, entre gritos de alegria e louvor, multidão em festa.
  5. Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu.
  6. Sinto abatida dentro de mim a minha alma; lembro-me, portanto, de ti, nas terras do Jordão, e no monte Hermom, e no outeiro de Mizar.
  7. Um abismo chama outro abismo, ao fragor das tuas catadupas; todas as tuas ondas e vagas passaram sobre mim.
  8. Contudo, o SENHOR, durante o dia, me concede a sua misericórdia, e à noite comigo está o seu cântico, uma oração ao Deus da minha vida.
  9. Digo a Deus, minha rocha: por que te olvidaste de mim? Por que hei de andar eu lamentando sob a opressão dos meus inimigos?
  10. Esmigalham-se-me os ossos, quando os meus adversários me insultam, dizendo e dizendo: O teu Deus, onde está?
  11. Por que estás abatida, ó minha alma? Por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu.

Por Misael. Arquivado em Orações

Salve, Rainha, Mãe de Misericórdia!
Vida, doçura e esperança nossa, salve!

A vós bradamos, os degredados, os filhos de Eva.
A vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas.

Eia, pois, advogada nossa,
esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei!
E depois deste desterro, mostrai-nos Jesus,
bendito fruto do vosso ventre,
ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre virgem Maria.

V. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo

Por Misael. Arquivado em Orações

Espírito Santo,
estamos diante de vós,
sob o peso de nossas culpas,
mas reunidos em vosso nome.
Vinde a nós e ficai conosco!

Penetrai em nossos corações.
Ensinai-nos o que devemos fazer,
que caminho seguir;
mostrai-nos como devemos agir para podermos,
com vossa ajuda,
agradar-vos em tudo.

Que somente vós sejais o inspirador e o doador de nossos pensamentos.
Vós, que amais infinitamente a eqüidade,
não permitais que subvertamos a justiça.

Que a ignorância não nos leve a praticar o mal,
nem nos deixemos guiar pela parcialidade,
nem por interesses pessoais,
mas sejamos firmemente unidos a vós,
para que sejamos uma só coisa convosco,
jamais nos desviando da verdade.

Espírito Santo,
assim como nos reunimos em vosso nome,
do mesmo modo,
guiados pelo vosso amor,
que permaneçamos na justiça.
E que nesta terra jamais nos afastemos de vós e,
na vida futura,
alcancemos a felicidade eterna.

Amém.

Por Misael. Arquivado em N. Sra. Nazaré

Imagem da Nossa Senhora de Nazaré No Pará a devoção à Virgem é também envolvida em lenda. Plácido, o precursor do culto teria encontrado a pequena imagem em madeira de Nossa Senhora de Nazaré às margem do Igarapé Murutucu, que corria pela atual travessa 14 de Março onde hoje ficam os fundos da Basílica de Nossa Senhora de Nazaré. Imaginando que algum devoto da cidade de Vigia havia esquecido a imagem ali, levou-a para casa. No dia seguinte não a encontrou. Ela havia retornado ao igarapé. Nova tentativa, novo retorno da imagem ao nicho que havia escolhido. A imagem então teria sido levada para a capela do Palácio do Governo da Província, onde ficou guardada por escolta. De manhã, não havia nada na capela, a imagem havia retornado ao igarapé. Obedecendo os desejos da Virgem, à beira do igarapé foi construída uma ermida, que deu início à romaria e à devoção do povo paraense à Virgem de Nazaré.

A primeira procissão do Círio de Nossa Senhora de Nazaré saiu na tarde do dia 8 de setembro de 1793. Na noite anterior, a imagem da Santa havia sido transferida de sua ermida na Estrada do Utinga para o Palácio do Governo. Tempo mais tarde, a procissão passou a sair no segundo domingo do mes de outubro e, duzentos anos depois a procissão faz o mesmo percurso, de cerca de cinco quilômetros, saindo do Palácio do Governo, hoje Palácio Lauro Sodré, levando a Santa para o mesmo lugar onde havia a ermida e hoje ergue-se a imponente Basílica de Nossa Senhora de Nazaré. A primeira procissão foi acompanhada por toda a tropa aquartelada na cidade, os cavalheiros montados em seus melhores cavalos, as damas carregadas em seges, o povo a pé em torno do carro que transportava a Santa. A imagem ia no colo do padre capelão e o próprio governador da Província, Dom Francisco de Souza Coutinho, acompanhava o cortejo trajado com uniforme de gala. Dom Francisco Coutinho, que havia organizado a homenagem à Santa, estruturou também aquela que iria ser a maior manifestação religiosa do Pará e uma das mais impressionantes demonstrações de fé religiosa dos católicos. Com o tempo a procissão sofreu algumas modificações, como a inclusão do Carro dos Milagres, que lembrava a salvação do fidalgo português Dom Fuas Roupinho, o barco que lembrava a salvação dos náufragos do brigue São João Batista, a corda que substituiu a junta de bois que puxava o carro da Santa, e o carro dos fogos, que com muito barulho precedia o cortejo religioso. Já neste século, o poeta maranhense Euclides Farias compôs o hino ” Vós Sois o Lírio Mimoso”, que se consagraria como o Hino do Círio, e hoje identifica a procissão sempre que é cantado.

O primeiro Círio mobilizou gente de toda a redondeza de Belém, principalmente em função da feira que o governador determinou que fosse instalada no terreno que circulava a ermida, para a venda de produtos regionais. Nos duzentos anos em que o Círio de Nazaré vem sendo realizado, é a cada ano maior o movimento de romeiros. Hoje calcula-se em mais de um milhão o número de pessoas que saem às ruas para celebrar a Virgem de Nazaré.

  • Sincretismo da Nossa Senhora de Nazaré: Oxun da Cobra Coral
  • Devoção da Nossa Senhora de Nazaré: Nossa Senhora de Nazaré é venerada em Belém do Pará.
  • Data Comemorativa: 2 de Fevereiro.

Por Misael. Arquivado em Provérbios

  1. A resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira.
  2. A língua dos sábios adorna o conhecimento, mas a boca dos insensatos derrama a estultícia.
  3. Os olhos do SENHOR estão em todo lugar, contemplando os maus e os bons.
  4. A língua serena é árvore de vida, mas a perversa quebranta o espírito.
  5. O insensato despreza a instrução de seu pai, mas o que atende à repreensão consegue a prudência.
  6. Na casa do justo há grande tesouro, mas na renda dos perversos há perturbação.
  7. A língua dos sábios derrama o conhecimento, mas o coração dos insensatos não procede assim.
  8. O sacrifício dos perversos é abominável ao SENHOR, mas a oração dos retos é o seu contentamento.
  9. O caminho do perverso é abominação ao SENHOR, mas este ama o que segue a justiça.
  10. Disciplina rigorosa há para o que deixa a vereda, e o que odeia a repreensão morrerá.
  11. O além e o abismo estão descobertos perante o SENHOR; quanto mais o coração dos filhos dos homens!
  12. O escarnecedor não ama àquele que o repreende, nem se chegará para os sábios.
  13. O coração alegre aformoseia o rosto, mas com a tristeza do coração o espírito se abate.
  14. O coração sábio procura o conhecimento, mas a boca dos insensatos se apascenta de estultícia.
  15. Todos os dias do aflito são maus, mas a alegria do coração é banquete contínuo.
  16. Melhor é o pouco, havendo o temor do SENHOR, do que grande tesouro onde há inquietação.
  17. Melhor é um prato de hortaliças onde há amor do que o boi cevado e, com ele, o ódio.
  18. O homem iracundo suscita contendas, mas o longânimo apazigua a luta.
  19. O caminho do preguiçoso é como que cercado de espinhos, mas a vereda dos retos é plana.
  20. O filho sábio alegra a seu pai, mas o homem insensato despreza a sua mãe.
  21. A estultícia é alegria para o que carece de entendimento, mas o homem sábio anda retamente.
  22. Onde não há conselho fracassam os projetos, mas com os muitos conselheiros há bom êxito.
  23. O homem se alegra em dar resposta adequada, e a palavra, a seu tempo, quão boa é!
  24. Para o sábio há o caminho da vida que o leva para cima, a fim de evitar o inferno, embaixo.
  25. O SENHOR deita por terra a casa dos soberbos; contudo, mantém a herança da viúva.
  26. Abomináveis são para o SENHOR os desígnios do mau, mas as palavras bondosas lhe são aprazíveis.
  27. O que é ávido por lucro desonesto transtorna a sua casa, mas o que odeia o suborno, esse viverá.
  28. O coração do justo medita o que há de responder, mas a boca dos perversos transborda maldades.
  29. O SENHOR está longe dos perversos, mas atende à oração dos justos.
  30. O olhar de amigo alegra ao coração; as boas-novas fortalecem até os ossos.
  31. Os ouvidos que atendem à repreensão salutar no meio dos sábios têm a sua morada.
  32. O que rejeita a disciplina menospreza a sua alma, porém o que atende à repreensão adquire entendimento.
  33. O temor do SENHOR é a instrução da sabedoria, e a humildade precede a honra.
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