Por Misael. Arquivado em Salmos

Ao mestre do canto, segundo a melodia “Corça da manhã”. Salmo de Davi

  1. Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que se acham longe de minha salvação as palavras de meu bramido?
  2. Deus meu, clamo de dia, e não me respondes; também de noite, porém não tenho sossego.
  3. Contudo, tu és santo, entronizado entre os louvores de Israel.
  4. Nossos pais confiaram em ti; confiaram, e os livraste.
  5. A ti clamaram e se livraram; confiaram em ti e não foram confundidos.
  6. Mas eu sou verme e não homem; opróbrio dos homens e desprezado do povo.
  7. Todos os que me vêem zombam de mim; afrouxam os lábios e meneiam a cabeça:
  8. Confiou no SENHOR! Livre-o ele; salve-o, pois nele tem prazer.
  9. Contudo, tu és quem me fez nascer; e me preservaste, estando eu ainda ao seio de minha mãe.
  10. A ti me entreguei desde o meu nascimento; desde o ventre de minha mãe, tu és meu Deus.
  11. Não te distancies de mim, porque a tribulação está próxima, e não há quem me acuda.
  12. Muitos touros me cercam, fortes touros de Basã me rodeiam.
  13. Contra mim abrem a boca, como faz o leão que despedaça e ruge.
  14. Derramei-me como água, e todos os meus ossos se desconjuntaram; meu coração fez-se como cera, derreteu-se dentro de mim.
  15. Secou-se o meu vigor, como um caco de barro, e a língua se me apega ao céu da boca; assim, me deitas no pó da morte.
  16. Cães me cercam; uma súcia de malfeitores me rodeia; traspassaram-me as mãos e os pés.
  17. Posso contar todos os meus ossos; eles me estão olhando e encarando em mim.
  18. Repartem entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica deitam sortes.
  19. Tu, porém, SENHOR, não te afastes de mim; força minha, apressa-te em socorrer-me.
  20. Livra a minha alma da espada, e, das presas do cão, a minha vida.
  21. Salva-me das fauces do leão e dos chifres dos búfalos; sim, tu me respondes.
  22. A meus irmãos declararei o teu nome; cantar-te-ei louvores no meio da congregação;
  23. vós que temeis o SENHOR, louvai-o; glorificai-o, vós todos, descendência de Jacó; reverenciai-o, vós todos, posteridade de Israel.
  24. Pois não desprezou, nem abominou a dor do aflito, nem ocultou dele o rosto, mas o ouviu, quando lhe gritou por socorro.
  25. De ti vem o meu louvor na grande congregação; cumprirei os meus votos na presença dos que o temem.
  26. Os sofredores hão de comer e fartar-se; louvarão o SENHOR os que o buscam. Viva para sempre o vosso coração.
  27. Lembrar-se-ão do SENHOR e a ele se converterão os confins da terra; perante ele se prostrarão todas as famílias das nações.
  28. Pois do SENHOR é o reino, é ele quem governa as nações.
  29. Todos os opulentos da terra hão de comer e adorar, e todos os que descem ao pó se prostrarão perante ele, até aquele que não pode preservar a própria vida.
  30. A posteridade o servirá; falar-se-á do Senhor à geração vindoura.
  31. Hão de vir anunciar a justiça dele; ao povo que há de nascer, contarão que foi ele quem o fez.

Por Misael. Arquivado em Salmos

Ao mestre de canto. Salmo de Davi

  1. Na tua força, SENHOR, o rei se alegra! E como exulta com a tua salvação!
  2. Satisfizeste-lhe o desejo do coração e não lhe negaste as súplicas dos seus lábios.
  3. Pois o supres das bênçãos de bondade; pões-lhe na cabeça uma coroa de ouro puro.
  4. Ele te pediu vida, e tu lha deste; sim, longevidade para todo o sempre.
  5. Grande lhe é a glória da tua salvação; de esplendor e majestade o sobrevestiste.
  6. Pois o puseste por bênção para sempre e o encheste de gozo com a tua presença.
  7. O rei confia no SENHOR e pela misericórdia do Altíssimo jamais vacilará.
  8. A tua mão alcançará todos os teus inimigos, a tua destra apanhará os que te odeiam.
  9. Tu os tornarás como em fornalha ardente, quando te manifestares; o SENHOR, na sua indignação, os consumirá, o fogo os devorará.
  10. Destruirás da terra a sua posteridade e a sua descendência, de entre os filhos dos homens.
  11. Se contra ti intentarem o mal e urdirem intrigas, não conseguirão efetuá-los;
  12. porquanto lhes farás voltar as costas e mirarás o rosto deles com o teu arco.
  13. Exalta-te, SENHOR, na tua força! Nós cantaremos e louvaremos o teu poder.

Por Misael. Arquivado em N. Sra. Aparecida

Imagem da Nossa Senhora Aparecida O rio Paraíba, que nasce em São Paulo e deságua no litoral fluminense, era limpo e piscoso em 1717, quando os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves resgataram a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida de suas águas. Encarregados de garantir o almoço do conde de Assumar, então governador da província de São Paulo, que visitava a Vila de Guaratinguetá, eles subiam o rio e lançavam as redes sem muito sucesso próximo ao porto de Itaguaçu, até que recolheram o corpo da imagem. Na segunda tentativa, trouxeram a cabeça e, a partir desse momento, os peixes pareciam brotar ao redor do barco.

Durante 15 anos, Pedroso ficou com a imagem em sua casa, onde recebia várias pessoas para rezas e novenas. Mais tarde, a família construiu um oratório para a imagem, até que em 1735, o vigário de Guaratinguetá erigiu uma capela no alto do Morro dos Coqueiros. Como o número de fiéis fosse cada vez maior, teve início em 1834 a construção da chamada Basílica Velha. O ano de 1928 marcou a passagem do povoado nascido ao redor do Morro dos Coqueiros a município e, um ano depois, o papa Pio XI proclamava a santa como Rainha do Brasil e sua padroeira oficial.

A necessidade de um local maior para os romeiros era inevitável e em 1955 teve início a construção da Basílica Nova, que em tamanho só perde para a de São Pedro, no Vaticano. O arquiteto Benedito Calixto idealizou um edifício em forma de cruz grega, com 173m de comprimento por 168m de largura; as naves com 40m e a cúpula com 70m de altura, capaz de abrigar 45 mil pessoas. Os 272 mil metros quadrados de estacionamento comportam 4 mil ônibus e 6 mil carros. Tudo isso para atender cerca de 7 milhões de romeiros por ano.

  • Sincretismo da Nossa Senhora Aparecida: Oxum
  • Devoção da Nossa Senhora Aparecida: Padroeira do Brasil.
  • Data Comemorativa: 12 de Outubro.

Por Misael. Arquivado em Salmos

Ao mestre de canto. Salmo de Davi

  1. O SENHOR te responda no dia da tribulação; o nome do Deus de Jacó te eleve em segurança.
  2. Do seu santuário te envie socorro e desde Sião te sustenha.
  3. Lembre-se de todas as tuas ofertas de manjares e aceite os teus holocaustos.
  4. Conceda-te segundo o teu coração e realize todos os teus desígnios.
  5. Celebraremos com júbilo a tua vitória e em nome do nosso Deus hastearemos pendões; satisfaça o SENHOR a todos os teus votos.
  6. Agora, sei que o SENHOR salva o seu ungido; ele lhe responderá do seu santo céu com a vitoriosa força de sua destra.
  7. Uns confiam em carros, outros, em cavalos; nós, porém, nos gloriaremos em o nome do SENHOR, nosso Deus.
  8. Eles se encurvam e caem; nós, porém, nos levantamos e nos mantemos de pé.
  9. Ó SENHOR, dá vitória ao rei; responde-nos, quando clamarmos.

Por Misael. Arquivado em Salmos

Ao mestre de canto. Salmo de Davi

  1. Os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos.
  2. Um dia discursa a outro dia, e uma noite revela conhecimento a outra noite.
  3. Não há linguagem, nem há palavras, e deles não se ouve nenhum som;
  4. no entanto, por toda a terra se faz ouvir a sua voz, e as suas palavras, até aos confins do mundo. Aí, pôs uma tenda para o sol,
  5. o qual, como noivo que sai dos seus aposentos, se regozija como herói, a percorrer o seu caminho.
  6. Principia numa extremidade dos céus, e até à outra vai o seu percurso; e nada refoge ao seu calor.
  7. A lei do SENHOR é perfeita e restaura a alma; o testemunho do SENHOR é fiel e dá sabedoria aos símplices.
  8. Os preceitos do SENHOR são retos e alegram o coração; o mandamento do SENHOR é puro e ilumina os olhos.
  9. O temor do SENHOR é límpido e permanece para sempre; os juízos do SENHOR são verdadeiros e todos igualmente, justos.
  10. São mais desejáveis do que ouro, mais do que muito ouro depurado; e são mais doces do que o mel e o destilar dos favos.
  11. Além disso, por eles se admoesta o teu servo; em os guardar, há grande recompensa.
  12. Quem há que possa discernir as próprias faltas? Absolve-me das que me são ocultas.
  13. Também da soberba guarda o teu servo, que ela não me domine; então, serei irrepreensível e ficarei livre de grande transgressão.
  14. As palavras dos meus lábios e o meditar do meu coração sejam agradáveis na tua presença, SENHOR, rocha minha e redentor meu!

Por Misael. Arquivado em Salmos

Ao mestre de canto. Salmo de Davi, servo do SENHOR, o qual dirigiu ao SENHOR as palavras deste cântico, no dia em que o SENHOR o livrou de todos os seus inimigos e das mãos de Saul. Ele disse:

  1. Eu te amo, ó SENHOR, força minha.
  2. O SENHOR é a minha rocha, a minha cidadela, o meu libertador; o meu Deus, o meu rochedo em que me refugio; o meu escudo, a força da minha salvação, o meu baluarte.
  3. Invoco o SENHOR, digno de ser louvado, e serei salvo dos meus inimigos.
  4. Laços de morte me cercaram, torrentes de impiedade me impuseram terror.
  5. Cadeias infernais me cingiram, e tramas de morte me surpreenderam.
  6. Na minha angústia, invoquei o SENHOR, gritei por socorro ao meu Deus. Ele do seu templo ouviu a minha voz, e o meu clamor lhe penetrou os ouvidos.
  7. Então, a terra se abalou e tremeu, vacilaram também os fundamentos dos montes e se estremeceram, porque ele se indignou.
  8. Das suas narinas subiu fumaça, e fogo devorador, da sua boca; dele saíram brasas ardentes.
  9. Baixou ele os céus, e desceu, e teve sob os pés densa escuridão.
  10. Cavalgava um querubim e voou; sim, levado velozmente nas asas do vento.
  11. Das trevas fez um manto em que se ocultou; escuridade de águas e espessas nuvens dos céus eram o seu pavilhão.
  12. Do resplendor que diante dele havia, as densas nuvens se desfizeram em granizo e brasas chamejantes.
  13. Trovejou, então, o SENHOR, nos céus; o Altíssimo levantou a voz, e houve granizo e brasas de fogo.
  14. Despediu as suas setas e espalhou os meus inimigos, multiplicou os seus raios e os desbaratou.
  15. Então, se viu o leito das águas, e se descobriram os fundamentos do mundo, pela tua repreensão, SENHOR, pelo iroso resfolgar das tuas narinas.
  16. Do alto me estendeu ele a mão e me tomou; tirou-me das muitas águas.
  17. Livrou-me de forte inimigo e dos que me aborreciam, pois eram mais poderosos do que eu.
  18. Assaltaram-me no dia da minha calamidade, mas o SENHOR me serviu de amparo.
  19. Trouxe-me para um lugar espaçoso; livrou-me, porque ele se agradou de mim.
  20. Retribuiu-me o SENHOR, segundo a minha justiça, recompensou-me conforme a pureza das minhas mãos.
  21. Pois tenho guardado os caminhos do SENHOR e não me apartei perversamente do meu Deus.
  22. Porque todos os seus juízos me estão presentes, e não afastei de mim os seus preceitos.
  23. Também fui íntegro para com ele e me guardei da iniqüidade.
  24. Daí retribuir-me o SENHOR, segundo a minha justiça, conforme a pureza das minhas mãos, na sua presença.
  25. Para com o benigno, benigno te mostras; com o íntegro, também íntegro.
  26. Com o puro, puro te mostras; com o perverso, inflexível.
  27. Porque tu salvas o povo humilde, mas os olhos altivos, tu os abates.
  28. Porque fazes resplandecer a minha lâmpada; o SENHOR, meu Deus, derrama luz nas minhas trevas.
  29. Pois contigo desbarato exércitos, com o meu Deus salto muralhas.
  30. O caminho de Deus é perfeito; a palavra do SENHOR é provada; ele é escudo para todos os que nele se refugiam.
  31. Pois quem é Deus, senão o SENHOR? E quem é rochedo, senão o nosso Deus?
  32. O Deus que me revestiu de força e aperfeiçoou o meu caminho,
  33. ele deu a meus pés a ligeireza das corças e me firmou nas minhas lturas.
  34. Ele adestrou as minhas mãos para o combate, de sorte que os meus braços vergaram um arco de bronze.
  35. Também me deste o escudo da tua salvação, a tua direita me susteve, e a tua clemência me engrandeceu.
  36. Alargaste sob meus passos o caminho, e os meus pés não vacilaram.
  37. Persegui os meus inimigos, e os alcancei, e só voltei depois de haver dado cabo deles.
  38. Esmaguei-os a tal ponto, que não puderam levantar-se; caíram sob meus pés.
  39. Pois de força me cingiste para o combate e me submeteste os que se levantaram contra mim.
  40. Também puseste em fuga os meus inimigos, e os que me odiaram, eu os exterminei.
  41. Gritaram por socorro, mas ninguém lhes acudiu; clamaram ao SENHOR, mas ele não respondeu.
  42. Então, os reduzi a pó ao léu do vento, lancei-os fora como a lama das ruas.
  43. Das contendas do povo me livraste e me fizeste cabeça das nações; povo que não conheci me serviu.
  44. Bastou-lhe ouvir-me a voz, logo me obedeceu; os estrangeiros se me mostram submissos.
  45. Sumiram-se os estrangeiros e das suas fortificações saíram, espavoridos.
  46. Vive o SENHOR, e bendita seja a minha rocha! Exaltado seja o Deus da minha salvação,
  47. o Deus que por mim tomou vingança e me submeteu povos;
  48. o Deus que me livrou dos meus inimigos; sim, tu que me exaltaste acima dos meus adversários e me livraste do homem violento.
  49. Glorificar-te-ei, pois, entre os gentios, ó SENHOR, e cantarei louvores ao teu nome.
  50. É ele quem dá grandes vitórias ao seu rei e usa de benignidade para com o seu ungido, com Davi e sua posteridade, para sempre.

Por Misael. Arquivado em Salmos

Oração de Davi

  1. Ouve, SENHOR, a causa justa, atende ao meu clamor, dá ouvidos à minha oração, que procede de lábios não fraudulentos.
  2. Baixe de tua presença o julgamento a meu respeito; os teus olhos vêem com eqüidade.
  3. Sondas-me o coração, de noite me visitas, provas-me no fogo e iniqüidade nenhuma encontras em mim; a minha boca não transgride.
  4. Quanto às ações dos homens, pela palavra dos teus lábios, eu me tenho guardado dos caminhos do violento.
  5. Os meus passos se afizeram às tuas veredas, os meus pés não resvalaram.
  6. Eu te invoco, ó Deus, pois tu me respondes; inclina-me os ouvidos e acode às minhas palavras.
  7. Mostra as maravilhas da tua bondade, ó Salvador dos que à tua destra buscam refúgio dos que se levantam contra eles.
  8. Guarda-me como a menina dos olhos, esconde-me à sombra das tuas asas,
  9. dos perversos que me oprimem, inimigos que me assediam de morte.
  10. Insensíveis, cerram o coração, falam com lábios insolentes;
  11. andam agora cercando os nossos passos e fixam em nós os olhos para nos deitar por terra.
  12. Parecem-se com o leão, ávido por sua presa, ou o leãozinho, que espreita de emboscada.
  13. Levanta-te, SENHOR, defronta-os, arrasa-os; livra do ímpio a minha alma com a tua espada,
  14. com a tua mão, SENHOR, dos homens mundanos, cujo quinhão é desta vida e cujo ventre tu enches dos teus tesouros; os quais se fartam de filhos e o que lhes sobra deixam aos seus pequeninos.
  15. Eu, porém, na justiça contemplarei a tua face; quando acordar, eu me satisfarei com a tua semelhança.

Por Misael. Arquivado em Salmos

Hino de Davi

  1. Guarda-me, ó Deus, porque em ti me refugio.
  2. Digo ao SENHOR: Tu és o meu Senhor; outro bem não possuo, senão a ti somente.
  3. Quanto aos santos que há na terra, são eles os notáveis nos quais tenho todo o meu prazer.
  4. Muitas serão as penas dos que trocam o SENHOR por outros deuses; não oferecerei as suas libações de sangue, e os meus lábios não pronunciarão o seu nome.
  5. O SENHOR é a porção da minha herança e o meu cálice; tu és o arrimo da minha sorte.
  6. Caem-me as divisas em lugares amenos, é mui linda a minha herança.
  7. Bendigo o SENHOR, que me aconselha; pois até durante a noite o meu coração me ensina.
  8. O SENHOR, tenho-o sempre à minha presença; estando ele à minha direita, não serei abalado.
  9. Alegra-se, pois, o meu coração, e o meu espírito exulta; até o meu corpo repousará seguro.
  10. Pois não deixarás a minha alma na morte, nem permitirás que o teu Santo veja corrupção.
  11. Tu me farás ver os caminhos da vida; na tua presença há plenitude de alegria, na tua destra, delícias perpetuamente.

Por Misael. Arquivado em Provérbios

  1. A loucura é mulher apaixonada, é ignorante e não sabe coisa alguma.
  2. Assenta-se à porta de sua casa, nas alturas da cidade, toma uma cadeira,
  3. para dizer aos que passam e seguem direito o seu caminho:
  4. Quem é simples, volte-se para aqui. E aos faltos de senso diz:
  5. As águas roubadas são doces, e o pão comido às ocultas é agradável.
  6. Eles, porém, não sabem que ali estão os mortos, que os seus convidados estão nas profundezas do inferno.

Por Misael. Arquivado em Provérbios

  1. A Sabedoria edificou a sua casa, lavrou as suas sete colunas.
  2. Carneou os seus animais, misturou o seu vinho e arrumou a sua mesa.
  3. Já deu ordens às suas criadas e, assim, convida desde as alturas da cidade:
  4. Quem é simples, volte-se para aqui. Aos faltos de senso diz:
  5. Vinde, comei do meu pão e bebei do vinho que misturei.
  6. Deixai os insensatos e vivei; andai pelo caminho do entendimento.
  7. O que repreende o escarnecedor traz afronta sobre si; e o que censura o perverso a si mesmo se injuria.
  8. Não repreendas o escarnecedor, para que te não aborreça; repreende o sábio, e ele te amará.
  9. Dá instrução ao sábio, e ele se fará mais sábio ainda; ensina ao justo, e ele crescerá em prudência.
  10. O temor do SENHOR é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo é prudência.
  11. Porque por mim se multiplicam os teus dias, e anos de vida se te acrescentarão.
  12. Se és sábio, para ti mesmo o és; se és escarnecedor, tu só o suportarás.
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