Por Misael. Arquivado em Salmos
Ao mestre de canto, segundo a melodia “Os lagares”. Salmo dos filhos de Corá.
- Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos!
- A minha alma suspira e desfalece pelos átrios do SENHOR; o meu coração e a minha carne exultam pelo Deus vivo!
- O pardal encontrou casa, e a andorinha, ninho para si, onde acolha os seus filhotes; eu, os teus altares, SENHOR dos Exércitos, Rei meu e Deus meu!
- Bem-aventurados os que habitam em tua casa; louvam-te perpetuamente.
- Bem-aventurado o homem cuja força está em ti, em cujo coração se encontram os caminhos aplanados,
- o qual, passando pelo vale árido, faz dele um manancial; de bênçãos o cobre a primeira chuva.
- Vão indo de força em força; cada um deles aparece diante de Deus em Sião.
- SENHOR, Deus dos Exércitos, escuta-me a oração; presta ouvidos, ó Deus de Jacó!
- Olha, ó Deus, escudo nosso, e contempla o rosto do teu ungido.
- Pois um dia nos teus átrios vale mais que mil; prefiro estar à porta da casa do meu Deus, a permanecer nas tendas da perversidade.
- Porque o SENHOR Deus é sol e escudo; o SENHOR dá graça e glória; nenhum bem sonega aos que andam retamente.
- Ó SENHOR dos Exércitos, feliz o homem que em ti confia.
Por Misael. Arquivado em Salmos
Cântico. Salmo de Asafe.
- Ó Deus, não te cales; não te emudeças, nem fiques inativo, ó Deus!
- Os teus inimigos se alvoroçam, e os que te odeiam levantam a cabeça.
- Tramam astutamente contra o teu povo e conspiram contra os teus protegidos.
- Dizem: Vinde, risquemo-los de entre as nações; e não haja mais memória do nome de Israel.
- Pois tramam concordemente e firmam aliança contra ti
- as tendas de Edom e os ismaelitas, Moabe e os hagarenos,
- Gebal, Amom e Amaleque, a Filístia como os habitantes de Tiro;
- também a Assíria se alia com eles, e se constituem braço forte aos filhos de Ló.
- Faze-lhes como fizeste a Midiã, como a Sísera, como a Jabim na ribeira de Quisom;
- os quais pereceram em En-Dor; tornaram-se adubo para a terra.
- Sejam os seus nobres como Orebe e como Zeebe, e os seus príncipes, como Zeba e como Zalmuna,
- que disseram: Apoderemo-nos das habitações de Deus.
- Deus meu, faze-os como folhas impelidas por um remoinho, como a palha ao léu do vento.
- Como o fogo devora um bosque e a chama abrasa os montes,
- assim, persegue-os com a tua tempestade e amedronta-os com o teu vendaval.
- Enche-lhes o rosto de ignomínia, para que busquem o teu nome, SENHOR.
- Sejam envergonhados e confundidos perpetuamente; perturbem-se e pereçam.
- E reconhecerão que só tu, cujo nome é SENHOR, és o Altíssimo sobre toda a terra.
Por Misael. Arquivado em Salmos
Salmo de Asafe
- Deus assiste na congregação divina; no meio dos deuses, estabelece o seu julgamento.
- Até quando julgareis injustamente e tomareis partido pela causa dos ímpios?
- Fazei justiça ao fraco e ao órfão, procedei retamente para com o aflito e o desamparado.
- Socorrei o fraco e o necessitado; tirai-os das mãos dos ímpios.
- Eles nada sabem, nem entendem; vagueiam em trevas; vacilam todos os fundamentos da terra.
- Eu disse: sois deuses, sois todos filhos do Altíssimo.
- Todavia, como homens, morrereis e, como qualquer dos príncipes, haveis de sucumbir.
- Levanta-te, ó Deus, julga a terra, pois a ti compete a herança de todas as nações.
Por Misael. Arquivado em Salmos
Ao mestre de canto, segundo a melodia “Os lagares”. Salmo de Asafe.
- Cantai de júbilo a Deus, força nossa; celebrai o Deus de Jacó.
- Salmodiai e fazei soar o tamboril, a suave harpa com o saltério.
- Tocai a trombeta na Festa da Lua Nova, na lua cheia, dia da nossa festa.
- É preceito para Israel, é prescrição do Deus de Jacó.
- Ele o ordenou, como lei, a José, ao sair contra a terra do Egito. Ouço uma linguagem que eu não conhecera.
- Livrei os seus ombros do peso, e suas mãos foram livres dos cestos.
- Clamaste na angústia, e te livrei; do recôndito do trovão eu te respondi e te experimentei junto às águas de Meribá.
- Ouve, povo meu, quero exortar-te. Ó Israel, se me escutasses!
- Não haja no meio de ti deus alheio, nem te prostres ante deus estranho.
- Eu sou o SENHOR, teu Deus, que te tirei da terra do Egito. Abre bem a boca, e ta encherei.
- Mas o meu povo não me quis escutar a voz, e Israel não me atendeu.
- Assim, deixei-o andar na teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos.
- Ah! Se o meu povo me escutasse, se Israel andasse nos meus caminhos!
- Eu, de pronto, lhe abateria o inimigo e deitaria mão contra os seus adversários.
- Os que aborrecem ao SENHOR se lhe submeteriam, e isto duraria para sempre.
- Eu o sustentaria com o trigo mais fino e o saciaria com o mel que escorre da rocha.
Por Misael. Arquivado em Salmos
Ao mestre de canto, segundo a melodia “Os lírios”. Testemunho de Asafe. Salmo.
- Dá ouvidos, ó pastor de Israel, tu que conduzes a José como um rebanho; tu que estás entronizado acima dos querubins, mostra o teu esplendor.
- Perante Efraim, Benjamim e Manassés, desperta o teu poder e vem salvar-nos.
- Restaura-nos, ó Deus; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos.
- Ó SENHOR, Deus dos Exércitos, até quando estarás indignado contra a oração do teu povo?
- Dás-lhe a comer pão de lágrimas e a beber copioso pranto.
- Constituis-nos em contendas para os nossos vizinhos, e os nossos inimigos zombam de nós a valer.
- Restaura-nos, ó Deus dos Exércitos; faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos.
- Trouxeste uma videira do Egito, expulsaste as nações e a plantaste.
- Dispuseste-lhe o terreno, ela deitou profundas raízes e encheu a terra.
- Com a sombra dela os montes se cobriram, e, com os seus sarmentos, os cedros de Deus.
- Estendeu ela a sua ramagem até ao mar e os seus rebentos, até ao rio.
- Por que lhe derribaste as cercas, de sorte que a vindimam todos os que passam pelo caminho?
- O javali da selva a devasta, e nela se repastam os animais que pululam no campo.
- Ó Deus dos Exércitos, volta-te, nós te rogamos, olha do céu, e vê, e visita esta vinha;
- protege o que a tua mão direita plantou, o sarmento que para ti fortaleceste.
- Está queimada, está decepada. Pereçam os nossos inimigos pela repreensão do teu rosto.
- Seja a tua mão sobre o povo da tua destra, sobre o filho do homem que fortaleceste para ti.
- E assim não nos apartaremos de ti; vivifica-nos, e invocaremos o teu nome.
- Restaura-nos, ó SENHOR, Deus dos Exércitos, faze resplandecer o teu rosto, e seremos salvos.
Por Misael. Arquivado em Salmos
Salmo de Asafe
- Ó Deus, as nações invadiram a tua herança, profanaram o teu santo templo, reduziram Jerusalém a um montão de ruínas.
- Deram os cadáveres dos teus servos por cibo às aves dos céus e a carne dos teus santos, às feras da terra.
- Derramaram como água o sangue deles ao redor de Jerusalém, e não houve quem lhes desse sepultura.
- Tornamo-nos o opróbrio dos nossos vizinhos, o escárnio e a zombaria dos que nos rodeiam.
- Até quando, SENHOR? Será para sempre a tua ira? Arderá como fogo o teu zelo?
- Derrama o teu furor sobre as nações que te não conhecem e sobre os reinos que não invocam o teu nome.
- Porque eles devoraram a Jacó e lhe assolaram as moradas.
- Não recordes contra nós as iniqüidades de nossos pais; apressem-se ao nosso encontro as tuas misericórdias, pois estamos sobremodo abatidos.
- Assiste-nos, ó Deus e Salvador nosso, pela glória do teu nome; livra-nos e perdoa-nos os pecados, por amor do teu nome.
- Por que diriam as nações: Onde está o seu Deus? Seja, à nossa vista, manifesta entre as nações a vingança do sangue que dos teus servos é derramado.
- Chegue à tua presença o gemido do cativo; consoante a grandeza do teu poder, preserva os sentenciados à morte.
- Retribui, Senhor, aos nossos vizinhos, sete vezes tanto, o opróbrio com que te vituperaram.
- Quanto a nós, teu povo e ovelhas do teu pasto, para sempre te daremos graças; de geração em geração proclamaremos os teus louvores.
Por Misael. Arquivado em Salmos
Salmo didático de Asafe
- Escutai, povo meu, a minha lei; prestai ouvidos às palavras da minha boca.
- Abrirei os lábios em parábolas e publicarei enigmas dos tempos antigos.
- O que ouvimos e aprendemos, o que nos contaram nossos pais,
- não o encobriremos a seus filhos; contaremos à vindoura geração os louvores do SENHOR, e o seu poder, e as maravilhas que fez.
- Ele estabeleceu um testemunho em Jacó, e instituiu uma lei em Israel, e ordenou a nossos pais que os transmitissem a seus filhos,
- a fim de que a nova geração os conhecesse, filhos que ainda hão de nascer se levantassem e por sua vez os referissem aos seus descendentes;
- para que pusessem em Deus a sua confiança e não se esquecessem dos feitos de Deus, mas lhe observassem os mandamentos;
- e que não fossem, como seus pais, geração obstinada e rebelde, geração de coração inconstante, e cujo espírito não foi fiel a Deus.
- Os filhos de Efraim, embora armados de arco, bateram em retirada no dia do combate.
- Não guardaram a aliança de Deus, não quiseram andar na sua lei;
- esqueceram-se das suas obras e das maravilhas que lhes mostrara.
- Prodígios fez na presença de seus pais na terra do Egito, no campo de Zoã.
- Dividiu o mar e fê-los seguir; aprumou as águas como num dique.
- Guiou-os de dia com uma nuvem e durante a noite com um clarão de fogo.
- No deserto, fendeu rochas e lhes deu a beber abundantemente como de abismos.
- Da pedra fez brotar torrentes, fez manar água como rios.
- Mas, ainda assim, prosseguiram em pecar contra ele e se rebelaram, no deserto, contra o Altíssimo.
- Tentaram a Deus no seu coração, pedindo alimento que lhes fosse do gosto.
- Falaram contra Deus, dizendo: Pode, acaso, Deus preparar-nos mesa no deserto?
- Com efeito, feriu ele a rocha, e dela manaram águas, transbordaram caudais. Pode ele dar-nos pão também? Ou fornecer carne para o seu povo?
- Ouvindo isto, o SENHOR ficou indignado; acendeu-se fogo contra Jacó, e também se levantou o seu furor contra Israel;
- porque não creram em Deus, nem confiaram na sua salvação.
- Nada obstante, ordenou às alturas e abriu as portas dos céus;
- fez chover maná sobre eles, para alimentá-los, e lhes deu cereal do céu.
- Comeu cada qual o pão dos anjos; enviou-lhes ele comida a fartar.
- Fez soprar no céu o vento do Oriente e pelo seu poder conduziu o vento do Sul.
- Também fez chover sobre eles carne como poeira e voláteis como areia dos mares.
- Fê-los cair no meio do arraial deles, ao redor de suas tendas.
- Então, comeram e se fartaram a valer; pois lhes fez o que desejavam.
- Porém não reprimiram o apetite. Tinham ainda na boca o alimento,
- quando se elevou contra eles a ira de Deus, e entre os seus mais robustos semeou a morte, e prostrou os jovens de Israel.
- Sem embargo disso, continuaram a pecar e não creram nas suas maravilhas.
- Por isso, ele fez que os seus dias se dissipassem num sopro e os seus anos, em súbito terror.
- Quando os fazia morrer, então, o buscavam; arrependidos, procuravam a Deus.
- Lembravam-se de que Deus era a sua rocha e o Deus Altíssimo, o seu redentor.
- Lisonjeavam-no, porém de boca, e com a língua lhe mentiam.
- Porque o coração deles não era firme para com ele, nem foram fiéis à sua aliança.
- Ele, porém, que é misericordioso, perdoa a iniqüidade e não destrói; antes, muitas vezes desvia a sua ira e não dá largas a toda a sua indignação.
- Lembra-se de que eles são carne, vento que passa e já não volta.
- Quantas vezes se rebelaram contra ele no deserto e na solidão o provocaram!
- Tornaram a tentar a Deus, agravaram o Santo de Israel.
- Não se lembraram do poder dele, nem do dia em que os resgatou do adversário;
- de como no Egito operou ele os seus sinais e os seus prodígios, no campo de Zoã;
- e converteu em sangue os rios deles, para que das suas correntes não bebessem.
- Enviou contra eles enxames de moscas que os devorassem e rãs que os destruíssem.
- Entregou às larvas as suas colheitas e aos gafanhotos, o fruto do seu trabalho.
- Com chuvas de pedra lhes destruiu as vinhas e os seus sicômoros, com geada.
- Entregou à saraiva o gado deles e aos raios, os seus rebanhos.
- Lançou contra eles o furor da sua ira: cólera, indignação e calamidade, legião de anjos portadores de males.
- Deu livre curso à sua ira; não poupou da morte a alma deles, mas entregou-lhes a vida à pestilência.
- Feriu todos os primogênitos no Egito, as primícias da virilidade nas tendas de Cam.
- Fez sair o seu povo como ovelhas e o guiou pelo deserto, como um rebanho.
- Dirigiu-o com segurança, e não temeram, ao passo que o mar submergiu os seus inimigos.
- Levou-os até à sua terra santa, até ao monte que a sua destra adquiriu.
- Da presença deles expulsou as nações, cuja região repartiu com eles por herança; e nas suas tendas fez habitar as tribos de Israel.
- Ainda assim, tentaram o Deus Altíssimo, e a ele resistiram, e não lhe guardaram os testemunhos.
- Tornaram atrás e se portaram aleivosamente como seus pais; desviaram-se como um arco enganoso.
- Pois o provocaram com os seus altos e o incitaram a zelos com as suas imagens de escultura.
- Deus ouviu isso, e se indignou, e sobremodo se aborreceu de Israel.
- Por isso, abandonou o tabernáculo de Siló, a tenda de sua morada entre os homens,
- e passou a arca da sua força ao cativeiro, e a sua glória, à mão do adversário.
- Entregou o seu povo à espada e se encolerizou contra a sua própria herança.
- O fogo devorou os jovens deles, e as suas donzelas não tiveram canto nupcial.
- Os seus sacerdotes caíram à espada, e as suas viúvas não fizeram lamentações.
- Então, o Senhor despertou como de um sono, como um valente que grita excitado pelo vinho;
- fez recuar a golpes os seus adversários e lhes cominou perpétuo desprezo.
- Além disso, rejeitou a tenda de José e não elegeu a tribo de Efraim.
- Escolheu, antes, a tribo de Judá, o monte Sião, que ele amava.
- E construiu o seu santuário durável como os céus e firme como a terra que fundou para sempre.
- Também escolheu a Davi, seu servo, e o tomou dos redis das ovelhas;
- tirou-o do cuidado das ovelhas e suas crias, para ser o pastor de Jacó, seu povo, e de Israel, sua herança.
- E ele os apascentou consoante a integridade do seu coração e os dirigiu com mãos precavidas.
Por Misael. Arquivado em Salmos
Ao mestre de canto, Jedutum. Salmo de Asafe.
- Elevo a Deus a minha voz e clamo, elevo a Deus a minha voz, para que me atenda.
- No dia da minha angústia, procuro o Senhor; erguem-se as minhas mãos durante a noite e não se cansam; a minha alma recusa consolar-se.
- Lembro-me de Deus e passo a gemer; medito, e me desfalece o espírito.
- Não me deixas pregar os olhos; tão perturbado estou, que nem posso falar.
- Penso nos dias de outrora, trago à lembrança os anos de passados tempos.
- De noite indago o meu íntimo, e o meu espírito perscruta.
- Rejeita o Senhor para sempre? Acaso, não torna a ser propício?
- Cessou perpetuamente a sua graça? Caducou a sua promessa para todas as gerações?
- Esqueceu-se Deus de ser benigno? Ou, na sua ira, terá ele reprimido as suas misericórdias?
- Então, disse eu: isto é a minha aflição; mudou-se a destra do Altíssimo.
- Recordo os feitos do SENHOR, pois me lembro das tuas maravilhas da antiguidade.
- Considero também nas tuas obras todas e cogito dos teus prodígios.
- O teu caminho, ó Deus, é de santidade. Que deus é tão grande como o nosso Deus?
- Tu és o Deus que operas maravilhas e, entre os povos, tens feito notório o teu poder.
- Com o teu braço remiste o teu povo, os filhos de Jacó e de José.
- Viram-te as águas, ó Deus; as águas te viram e temeram, até os abismos se abalaram.
- Grossas nuvens se desfizeram em água; houve trovões nos espaços; também as suas setas cruzaram de uma parte para outra.
- O ribombar do teu trovão ecoou na redondeza; os relâmpagos alumiaram o mundo; a terra se abalou e tremeu.
- Pelo mar foi o teu caminho; as tuas veredas, pelas grandes águas; e não se descobrem os teus vestígios.
- O teu povo, tu o conduziste, como rebanho, pelas mãos de Moisés e de Arão.
Por Misael. Arquivado em Salmos
Ao mestre de canto, com instrumentos de cordas. Salmo de Asafe. Cântico.
- Conhecido é Deus em Judá; grande, o seu nome em Israel.
- Em Salém, está o seu tabernáculo, e, em Sião, a sua morada.
- Ali, despedaçou ele os relâmpagos do arco, o escudo, a espada e a batalha.
- Tu és ilustre e mais glorioso do que os montes eternos.
- Despojados foram os de ânimo forte; jazem a dormir o seu sono, e nenhum dos valentes pode valer-se das próprias mãos.
- Ante a tua repreensão, ó Deus de Jacó, paralisaram carros e cavalos.
- Tu, sim, tu és terrível; se te iras, quem pode subsistir à tua vista?
- Desde os céus fizeste ouvir o teu juízo; tremeu a terra e se aquietou,
- ao levantar-se Deus para julgar e salvar todos os humildes da terra.
- Pois até a ira humana há de louvar-te; e do resíduo das iras te cinges.
- Fazei votos e pagai-os ao SENHOR, vosso Deus; tragam presentes todos os que o rodeiam, àquele que deve ser temido.
- Ele quebranta o orgulho dos príncipes; é tremendo aos reis da terra.
Por Misael. Arquivado em Salmos
Ao mestre de canto, segundo a melodia “Não destruas”. Salmo de Asafe. Cãntico.
- Graças te rendemos, ó Deus; graças te rendemos, e invocamos o teu nome, e declaramos as tuas maravilhas.
- Pois disseste: Hei de aproveitar o tempo determinado; hei de julgar retamente.
- Vacilem a terra e todos os seus moradores, ainda assim eu firmarei as suas colunas.
- Digo aos soberbos: não sejais arrogantes; e aos ímpios: não levanteis a vossa força.
- Não levanteis altivamente a vossa força, nem faleis com insolência contra a Rocha.
- Porque não é do Oriente, não é do Ocidente, nem do deserto que vem o auxílio.
- Deus é o juiz; a um abate, a outro exalta.
- Porque na mão do SENHOR há um cálice cujo vinho espuma, cheio de mistura; dele dá a beber; sorvem-no, até às escórias, todos os ímpios da terra.
- Quanto a mim, exultarei para sempre; salmodiarei louvores ao Deus de Jacó.
- Abaterei as forças dos ímpios; mas a força dos justos será exaltada.