Por Misael. Arquivado em Salmos

Ao mestre de canto. Salmo didático. Para instrumentos de cordas. De Davi, quando os zifeus vieram dizer a Saul: Não está Davi homiziado entre nós?

  1. Ó Deus, salva-me, pelo teu nome, e faze-me justiça, pelo teu poder.
  2. Escuta, ó Deus, a minha oração, dá ouvidos às palavras da minha boca.
  3. Pois contra mim se levantam os insolentes, e os violentos procuram tirar-me a vida; não têm Deus diante de si.
  4. Eis que Deus é o meu ajudador, o SENHOR é quem me sustenta a vida.
  5. Ele retribuirá o mal aos meus opressores; por tua fidelidade dá cabo deles.
  6. Oferecer-te-ei voluntariamente sacrifícios; louvarei o teu nome, ó SENHOR, porque é bom.
  7. Pois me livrou de todas as tribulações; e os meus olhos se enchem com a ruína dos meus inimigos.

Por Misael. Arquivado em Salmos

Ao mestre de canto. Salmo didático de Davi, para cítara.

  1. Diz o insensato no seu coração: Não há Deus. Corrompem-se e praticam iniqüidade; já não há quem faça o bem.
  2. Do céu, olha Deus para os filhos dos homens, para ver se há quem entenda, se há quem busque a Deus.
  3. Todos se extraviaram e juntamente se corromperam; não há quem faça o bem, não há nem sequer um.
  4. Acaso, não entendem os obreiros da iniqüidade? Esses, que devoram o meu povo como quem come pão? Eles não invocam a Deus.
  5. Tomam-se de grande pavor, onde não há a quem temer; porque Deus dispersa os ossos daquele que te sitia; tu os envergonhas, porque Deus os rejeita.
  6. Quem me dera que de Sião viesse já o livramento de Israel! Quando Deus restaurar a sorte do seu povo, então, exultará Jacó, e Israel se alegrará.

Por Misael. Arquivado em Salmos

Ao mestre de canto. Salmo didático de Davi, quando Doegue, edomita fez saber a Saul que Davi entrara na casa de Abimeleque.

  1. Por que te glorias na maldade, ó homem poderoso? Pois a bondade de Deus dura para sempre.
  2. A tua língua urde planos de destruição; é qual navalha afiada, ó praticadora de enganos!
  3. Amas o mal antes que o bem; preferes mentir a falar retamente.
  4. Amas todas as palavras devoradoras, ó língua fraudulenta!
  5. Também Deus te destruirá para sempre; há de arrebatar-te e arrancar-te da tua tenda e te extirpará da terra dos viventes.
  6. Os justos hão de ver tudo isso, temerão e se rirão dele, dizendo:
  7. Eis o homem que não fazia de Deus a sua fortaleza; antes, confiava na abundância dos seus próprios bens e na sua perversidade se fortalecia.
  8. Quanto a mim, porém, sou como a oliveira verdejante, na Casa de Deus; confio na misericórdia de Deus para todo o sempre.
  9. Dar-te-ei graças para sempre, porque assim o fizeste; na presença dos teus fiéis, esperarei no teu nome, porque é bom.

Por Misael. Arquivado em Salmos

Ao mestre de canto. Salmo de Davi, quando o profeta Natã veio ter com ele, depois de haver ele possuído Bate-Seba.

  1. Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; e, segundo a multidão das tuas misericórdias, apaga as minhas transgressões.
  2. Lava-me completamente da minha iniqüidade e purifica-me do meu pecado.
  3. Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.
  4. Pequei contra ti, contra ti somente, e fiz o que é mal perante os teus olhos, de maneira que serás tido por justo no teu falar e puro no teu julgar.
  5. Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe.
  6. Eis que te comprazes na verdade no íntimo e no recôndito me fazes conhecer a sabedoria.
  7. Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais alvo que a neve.
  8. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que exultem os ossos que esmagaste.
  9. Esconde o rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniqüidades.
  10. Cria em mim, ó Deus, um coração puro e renova dentro de mim um espírito inabalável.
  11. Não me repulses da tua presença, nem me retires o teu Santo Espírito.
  12. Restitui-me a alegria da tua salvação e sustenta-me com um espírito voluntário.
  13. Então, ensinarei aos transgressores os teus caminhos, e os pecadores se converterão a ti.
  14. Livra-me dos crimes de sangue, ó Deus, Deus da minha salvação, e a minha língua exaltará a tua justiça.
  15. Abre, Senhor, os meus lábios, e a minha boca manifestará os teus louvores.
  16. Pois não te comprazes em sacrifícios; do contrário, eu tos daria; e não te agradas de holocaustos.
  17. Sacrifícios agradáveis a Deus são o espírito quebrantado; coração compungido e contrito, não o desprezarás, ó Deus.
  18. Faze bem a Sião, segundo a tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém.
  19. Então, te agradarás dos sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas; e sobre o teu altar se oferecerão novilhos.

Por Misael. Arquivado em Salmos

Salmo de Asafe

  1. Fala o Poderoso, o SENHOR Deus, e chama a terra desde o Levante até ao Poente.
  2. Desde Sião, excelência de formosura, resplandece Deus.
  3. Vem o nosso Deus e não guarda silêncio; perante ele arde um fogo devorador, ao seu redor esbraveja grande tormenta.
  4. Intima os céus lá em cima e a terra, para julgar o seu povo.
  5. Congregai os meus santos, os que comigo fizeram aliança por meio de sacrifícios.
  6. Os céus anunciam a sua justiça, porque é o próprio Deus que julga.
  7. Escuta, povo meu, e eu falarei; ó Israel, e eu testemunharei contra ti. Eu sou Deus, o teu Deus.
  8. Não te repreendo pelos teus sacrifícios, nem pelos teus holocaustos continuamente perante mim.
  9. De tua casa não aceitarei novilhos, nem bodes, dos teus apriscos.
  10. Pois são meus todos os animais do bosque e as alimárias aos milhares sobre as montanhas.
  11. Conheço todas as aves dos montes, e são meus todos os animais que pululam no campo.
  12. Se eu tivesse fome, não to diria, pois o mundo é meu e quanto nele se contém.
  13. Acaso, como eu carne de touros? Ou bebo sangue de cabritos?
  14. Oferece a Deus sacrifício de ações de graças e cumpre os teus votos para com o Altíssimo;
  15. invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.
  16. Mas ao ímpio diz Deus: De que te serve repetires os meus preceitos e teres nos lábios a minha aliança,
  17. uma vez que aborreces a disciplina e rejeitas as minhas palavras?
  18. Se vês um ladrão, tu te comprazes nele e aos adúlteros te associas.
  19. Soltas a boca para o mal, e a tua língua trama enganos.
  20. Sentas-te para falar contra teu irmão e difamas o filho de tua mãe.
  21. Tens feito estas coisas, e eu me calei; pensavas que eu era teu igual; mas eu te argüirei e porei tudo à tua vista.
  22. Considerai, pois, nisto, vós que vos esqueceis de Deus, para que não vos despedace, sem haver quem vos livre.
  23. O que me oferece sacrifício de ações de graças, esse me glorificará; e ao que prepara o seu caminho, dar-lhe-ei que veja a salvação de Deus.

Por Misael. Arquivado em Menina Izildinha, Orações

Ó querida Menina Izildinha! Vós sofrestes tanto e morreste tão nova! e passados 7 anos, seu corpo não havia se deteriorado. Isso prova algo de milagroso de Vós.

Eu acredito na vossa veracidade e me prosto a vossos pés (Fazer o pedido).

Tenho fé em você e acredito que não tardarás em me atender. Menina Izildinha, me atende: (Repetir o pedido).

Amém.

(Rezar um Pai Nosso e uma Ave Maria).

Por Misael. Arquivado em Provérbios

  1. Como ribeiros de águas assim é o coração do rei na mão do SENHOR; este, segundo o seu querer, o inclina.
  2. Todo caminho do homem é reto aos seus próprios olhos, mas o SENHOR sonda os corações.
  3. Exercitar justiça e juízo é mais aceitável ao SENHOR do que sacrifício.
  4. Olhar altivo e coração orgulhoso, a lâmpada dos perversos, são pecado.
  5. Os planos do diligente tendem à abundância, mas a pressa excessiva, à pobreza.
  6. Trabalhar por adquirir tesouro com língua falsa é vaidade e laço mortal.
  7. A violência dos perversos os arrebata, porque recusam praticar a justiça.
  8. Tortuoso é o caminho do homem carregado de culpa, mas reto, o proceder do honesto.
  9. Melhor é morar no canto do eirado do que junto com a mulher rixosa na mesma casa.
  10. A alma do perverso deseja o mal; nem o seu vizinho recebe dele compaixão.
  11. Quando o escarnecedor é castigado, o simples se torna sábio; e, quando o sábio é instruído, recebe o conhecimento.
  12. O Justo considera a casa dos perversos e os arrasta para o mal.
  13. O que tapa o ouvido ao clamor do pobre também clamará e não será ouvido.
  14. O presente que se dá em segredo abate a ira, e a dádiva em sigilo, uma forte indignação.
  15. Praticar a justiça é alegria para o justo, mas espanto, para os que praticam a iniqüidade.
  16. O homem que se desvia do caminho do entendimento na congregação dos mortos repousará.
  17. Quem ama os prazeres empobrecerá, quem ama o vinho e o azeite jamais enriquecerá.
  18. O perverso serve de resgate para o justo; e, para os retos, o pérfido.
  19. Melhor é morar numa terra deserta do que com a mulher rixosa e iracunda.
  20. Tesouro desejável e azeite há na casa do sábio, mas o homem insensato os desperdiça.
  21. O que segue a justiça e a bondade achará a vida, a justiça e a honra.
  22. O sábio escala a cidade dos valentes e derriba a fortaleza em que ela confia.
  23. O que guarda a boca e a língua guarda a sua alma das angústias.
  24. Quanto ao soberbo e presumido, zombador é seu nome; procede com indignação e arrogância.
  25. O preguiçoso morre desejando, porque as suas mãos recusam trabalhar.
  26. O cobiçoso cobiça todo o dia, mas o justo dá e nada retém.
  27. O sacrifício dos perversos já é abominação; quanto mais oferecendo-o com intenção maligna!
  28. A testemunha falsa perecerá, mas a auricular falará sem ser contestada.
  29. O homem perverso mostra dureza no rosto, mas o reto considera o seu caminho.
  30. Não há sabedoria, nem inteligência, nem mesmo conselho contra o SENHOR.
  31. O cavalo prepara-se para o dia da batalha, mas a vitória vem do SENHOR.

Por Misael. Arquivado em Provérbios

  1. O vinho é escarnecedor, e a bebida forte, alvoroçadora; todo aquele que por eles é vencido não é sábio.
  2. Como o bramido do leão, é o terror do rei; o que lhe provoca a ira peca contra a sua própria vida.
  3. Honroso é para o homem o desviar-se de contendas, mas todo insensato se mete em rixas.
  4. O preguiçoso não lavra por causa do inverno, pelo que, na sega, procura e nada encontra.
  5. Como águas profundas, são os propósitos do coração do homem, mas o homem de inteligência sabe descobri-los.
  6. Muitos proclamam a sua própria benignidade; mas o homem fidedigno, quem o achará?
  7. O justo anda na sua integridade; felizes lhe são os filhos depois dele.
  8. Assentando-se o rei no trono do juízo, com os seus olhos dissipa todo mal.
  9. Quem pode dizer: Purifiquei o meu coração, limpo estou do meu pecado?
  10. Dois pesos e duas medidas, uns e outras são abomináveis ao SENHOR.
  11. Até a criança se dá a conhecer pelas suas ações, se o que faz é puro e reto.
  12. O ouvido que ouve e o olho que vê, o SENHOR os fez, tanto um como o outro.
  13. Não ames o sono, para que não empobreças; abre os olhos e te fartarás do teu próprio pão.
  14. Nada vale, nada vale, diz o comprador, mas, indo-se, então, se gaba.
  15. Há ouro e abundância de pérolas, mas os lábios instruídos são jóia preciosa.
  16. Tome-se a roupa àquele que fica fiador por outrem; e, por penhor, àquele que se obriga por estrangeiros.
  17. Suave é ao homem o pão ganho por fraude, mas, depois, a sua boca se encherá de pedrinhas de areia.
  18. Os planos mediante os conselhos têm bom êxito; faze a guerra com prudência.
  19. O mexeriqueiro revela o segredo; portanto, não te metas com quem muito abre os lábios.
  20. A quem amaldiçoa a seu pai ou a sua mãe, apagar-se-lhe-á a lâmpada nas mais densas trevas.
  21. A posse antecipada de uma herança no fim não será abençoada.
  22. Não digas: Vingar-me-ei do mal; espera pelo SENHOR, e ele te livrará.
  23. Dois pesos são coisa abominável ao SENHOR, e balança enganosa não é boa.
  24. Os passos do homem são dirigidos pelo SENHOR; como, pois, poderá o homem entender o seu caminho?
  25. Laço é para o homem o dizer precipitadamente: É santo! E só refletir depois de fazer o voto.
  26. O rei sábio joeira os perversos e faz passar sobre eles a roda.
  27. O espírito do homem é a lâmpada do SENHOR, a qual esquadrinha todo o mais íntimo do corpo.
  28. Amor e fidelidade preservam o rei, e com benignidade sustém ele o seu trono.
  29. O ornato dos jovens é a sua força, e a beleza dos velhos, as suas cãs.
  30. Os vergões das feridas purificam do mal, e os açoites, o mais íntimo do corpo.

Por Misael. Arquivado em Santa Ana

Imagem da Santa Ana Na Sagrada Escritura conta-se que a mãe de Samuel, Ana, na aflição da esterelidade que lhe tirava o privilégio da maternidade, dirigiu-se com fervorosa oração ao Senhor e fez promessa de consagrar ao serviço de Deus o futuro filho. Obtida a graça, após ter dado à luz o pequeno Samuel, levou-o a Silo, onde estava guardada a arca da aliança e o confiou ao sacerdote Eli, após tê-lo oferecido ao Senhor. Tomando isso como ponto de partida o Proto-evangelho de Tiago, apócrifo do século segundo, traça a história de Joaquim e Ana, pais da Bem-aventurada Virgem Maria. A piedosa esposa de Joaquim, após longa esterelidade obteve do Senhor o nascimento de Maria, que aos três anos levou ao Templo, deixando-a ao serviço divino, cumprindo o voto feito.

O fundamento histórico provável, embora na discordante literatura apócrifa, é de algum modo revestido de elementos secundários, copiados da história da mãe de Samuel. Faltando no Evangelho qualquer menção dos pais de Nossa Senhora, não há outra fonte senão os apócrifos, nos quais não é impossivel encontrar, entre os predominantes elementos fantásticos, alguma informação autêntica, recolhida por antigas tradições orais. O culto para com os santos pais da Bem-aventurada Virgem é muito antigo, sobre os gregos sobretudo. No Oriente venerava-se santa Ana no século VI, e tal devoção estendeu-se lentamente por todo o Ocidente a partir do século X até atingir o seu máximo desenvolvimento no século XV. Em 1584 foi instituida a festividade de santa Ana, enquanto são Joaquim era deixado discretamente de lado, talvez pela própria discordância sobre o seu nome que se revela em outros escritos apócrifos, posteriores ao Proto-evangelho de Tiago.

Além do nome de Joaquim, ao pai da Virgem Santíssima é dado o nome de Cléofas, de Sadoc e de Eli. Os dois santos eram comemorados separadamente: santa Ana a 25 de Julho pelos gregos e no dia seguinte pelos latinos. Em 1584 também são Joaquim achou espaço no calendário litúrgico, primeiro a 20 de março, para passar ao domingo da oitava Assunção em 1738, em seguida a 16 de agosto em 1913 e depois reunir-se com a santa esposa no novo calendário litúrgico, no dia 26 de julho. “Pelos frutos conhecereis a árvore,” disse Jesus no Evangelho. Nós conhecemos a flor e o fruto suavíssimo vindo da velha planta: A Virgem Imaculada, isenta do pecado de origem desde o primeiro instante de sua concepção, por um privilégio único, para ser depois o tabernáculo vivo do Deus feito homem. Pela santidade do fruto, Maria, deduzimos a santidade dos pais, Ana e Joaquim.

  • Sincretismo da Santa Ana: Nãnã
  • Devoção da Santa Ana: Padroeira dos avós.
  • Data Comemorativa: 26 de Julho.

Por Misael. Arquivado em Salmos

Ao mestre de canto. Salmo dos filhos de Corá.

  1. Povos todos, escutai isto; dai ouvidos, moradores todos da terra,
  2. tanto plebeus como os de fina estirpe, todos juntamente, ricos e pobres.
  3. Os meus lábios falarão sabedoria, e o meu coração terá pensamentos judiciosos.
  4. Inclinarei os ouvidos a uma parábola, decifrarei o meu enigma ao som da harpa.
  5. Por que hei de eu temer nos dias da tribulação, quando me salteia a iniqüidade dos que me perseguem,
  6. dos que confiam nos seus bens e na sua muita riqueza se gloriam?
  7. Ao irmão, verdadeiramente, ninguém o pode remir, nem pagar por ele a Deus o seu resgate
  8. (Pois a redenção da alma deles é caríssima, e cessará a tentativa para sempre.),
  9. para que continue a viver perpetuamente e não veja a cova;
  10. porquanto vê-se morrerem os sábios e perecerem tanto o estulto como o inepto, os quais deixam a outros as suas riquezas.
  11. O seu pensamento íntimo é que as suas casas serão perpétuas e, as suas moradas, para todas as gerações; chegam a dar seu próprio nome às suas terras.
  12. Todavia, o homem não permanece em sua ostentação; é, antes, como os animais, que perecem.
  13. Tal proceder é estultícia deles; assim mesmo os seus seguidores aplaudem o que eles dizem.
  14. Como ovelhas são postos na sepultura; a morte é o seu pastor; eles descem diretamente para a cova, onde a sua formosura se consome; a sepultura é o lugar em que habitam.
  15. Mas Deus remirá a minha alma do poder da morte, pois ele me tomará para si.
  16. Não temas, quando alguém se enriquecer, quando avultar a glória de sua casa;
  17. pois, em morrendo, nada levará consigo, a sua glória não o acompanhará.
  18. Ainda que durante a vida ele se tenha lisonjeado, e ainda que o louvem quando faz o bem a si mesmo,
  19. irá ter com a geração de seus pais, os quais já não verão a luz.
  20. O homem, revestido de honrarias, mas sem entendimento, é, antes, como os animais, que perecem.
Tema modificado por Carioca no Cerrado
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